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Prevalência de dores de coluna crônicas e identificação de fatores associados em uma amostra da população da cidade de São Paulo, Brasil: estudo transversal

Prevalência de dores de coluna crônicas e identificação de fatores associados em uma amostra da população da cidade de São Paulo, Brasil: estudo transversal

Autores: Jidiene Dylese Presecatan Depintor, Eduardo Sawaya Botelho Bracher, Dayane Maia Costa Cabral, José Eluf-Neto

CONTEXTO E OBJETIVO: A dor de coluna crônica, especialmente dor lombar e cervical, é uma causa importante de anos de vida com incapacidade. O objetivo deste estudo foi estimar a prevalência de algias vertebrais crônicas em indivíduos com 15 ou mais anos de idade e identificar fatores associados.

TIPO DE ESTUDO E LOCAL: Estudo epidemiológico de corte transversal em uma amostra da população da cidade de São Paulo.

MÉTODO: A seleção de participantes foi feita por amostragem probabilística aleatória e a colheita de dados, por entrevistas presenciais. Foram utilizadas a escala hospitalar de ansiedade e depressão (HADS), o EuroQol-5D, o teste de identificação de desordens devido ao uso de álcool (AUDIT), o teste de Fagerström para dependência de nicotina e o critério de classificação econômica Brasil.

RESULTADOS: Um total de 826 participantes foi entrevistado. A prevalência de algias vertebrais crônicas foi estimada em 22% (intervalo de confiança, IC 95%: 19,3-25,0). Os fatores independentemente associados com algias vertebrais crônicas foram: sexo feminino, 30 ou mais anos de idade, quatro anos ou menos de escolaridade, sintomas compatíveis com ansiedade e esforço intenso físico durante a ocupação principal. Participantes com algias vertebrais crônicas apresentaram escores de qualidade de vida e autoavaliação de saúde significativamente piores.

CONCLUSÃO: A prevalência de algias vertebrais crônicas em um segmento da população de São Paulo foi de 22%. Os fatores independentemente associados à dor crônica foram: sexo feminino, idade igual ou superior a 30 anos, baixa escolaridade, sintomas compatíveis com ansiedade e esforço físico durante a ocupação principal.

Para ler o artigo complete, acesse
http://www.scielo.br/pdf/spmj/v134n5/1806-9460-spmj-134-05-00375.pdf

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