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12/04/2018 - APM se une à campanha #BombaTôFora

No último dia 9 de abril, o diretor Científico da Associação Paulista de Medicina, Álvaro Nagib Atallah, participou do pré-lançamento do Projeto de Prevenção de Uso e Assistência ao Usuário de Anabolizantes – batizado de #BombaTôFora. O projeto foi desenvolvido pela equipe do Ambulatório de Endocrinologia e Medicina do Exercício da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), junto dos publicitários da Agência Y&R.

“Foi um evento espetacular. Lá, havia uma equipe multiprofissional da Saúde e da Publicidade, todos de altíssimo nível. Essa atividade é muito relevante para evitar tragédias nas famílias de jovens iludidos em aparentarem ser fortes, mas que estão prejudicando sua saúde. Muitos, inclusive, morrem. É importante apoiarmos essa causa, que terá repercussão nacional e irá, com certeza, ser de muita utilidade à juventude”, declarou Atallah.

Segundo os organizadores da campanha, cada vez mais esportistas, atletas amadores e pessoas preocupadas com a estética corporal estão fazendo o uso de esteroides anabolizantes para atingirem seus objetivos. Mas nessa busca por maior rendimento ou uma forma física considerada ideal, estão correndo sérios riscos de saúde. A ausência de medidas de prevenção, de programas de educação e a falta de regulamentação e fiscalização vem agravando o quadro.

“Por isso, nosso projeto se propõe a criar um programa nacional (com perspectivas de internacionalização), com enfoque na educação e na prevenção do uso de esteroides anabolizantes e similares (EAS), juntamente com a oficialização da instalação de um ambulatório de atendimento interdisciplinar para prevenção do uso e tratamento de usuários de EAS, integrando diferentes profissões e áreas de conhecimento. Os dois primeiros serão na Medicina Esportiva da Unifesp, em São Paulo, e outro no Instituto da Medicina do Esporte da UCS, em Caxias do Sul”, diz o texto do #BombaTôFora.

O projeto, antes mesmo de ter sido oficialmente lançado, já venceu dois editais oficiais. Foi considerado o melhor artigo científico em concurso da Comissão de Esportes da Câmara dos Deputados. E foi selecionado para representar a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) junto à Unesco, com financiamento junto ao Fundo Internacional para Eliminação de Dopagem no Desporto.

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