O que diz a mídia

11/02/2019 - Cigarro eletrônico: entenda se o polêmico aparelho faz mal à saúde ou não

BBC 

O cigarro eletrônico surgiu como uma promessa de auxílio para quem deseja parar de fumar. Bastante controverso no mundo, ele é visto como redutor de danos - uma forma de minimizar o impacto do tabagismo na saúde - em alguns países, especialmente no Reino Unido, e tratado com cautela em outros, como no Brasil e na Espanha.

A Public Health England (PHE), uma agência do Serviço de Saúde da Inglaterra, realizou uma experiência para comparar efeitos do produto, também chamado de e-cigarette, e-ciggy, e-cigar e caneta a vapor, entre outros nomes, com os dos cigarros tradicionais (comburentes).

Pesquisadores utilizaram dois recipientes cheios de chumaços de algodão: o primeiro foi exposto durante um mês ao fumo do tabaco e, o segundo, ao vapor dos eletrônicos.

No vídeo divulgado pelo órgão britânico, o pote que recebeu o cigarro de combustão aparece totalmente impregnado e pegajoso, com uma coloração escura e carregado de alcatrão, enquanto o do eletrônico contém apenas vapor.

A conclusão foi que este tipo de produto é menos prejudicial e tem potencial para exercer um importante papel na redução do impacto na saúde pública associado ao consumo de cigarros. Mas será que isso é mesmo verdade?